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Alta Floresta: Defensoria pede interdição da Cadeia Pública e prisão domiciliar para grupo de risco

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A Defensoria Pública de Alta Floresta, por meio dos defensores Paulo Roberto da Silva Marquezini e Vinicius Ferrarin Hernandez, requereram no último dia 13 de maio, junto ao juízo da comarca de Alta Floresta a interdição da Cadeia Pública de Alta Floresta para entrada de novos presos.

O requerimento tramita na quinta vara criminal, que tem a frente o juiz Roger Augusto Bim Donega, até o momento não houve um posicionamento a respeito.

A justificativa dos defensores está baseada na informação recebida da diretora da Cadeia Pública de Alta Floresta que relatou a existência de 3 servidores afastados de suas funções por apresentarem sintomas compatíveis com COVID-19.

A Defensoria Pública ainda aponta que não há cela para isolar os presos com suspeita de coronavírus e que há 3 reclusos com suspeita de COVID-19.

Os defensores apontam que um recluso foi internado na ala COVID-19, do Hospital Regional de Alta Floresta, que o início dos sintomas se deu em 02/05, informações de que, após alta médica, retornou para a Cadeia Pública.

“Até o presente momento, não foram realizados testes de PCR, testes rápidos e testes definitivos em todos os agentes penitenciários (que, pela convivência diária, podem ter se contaminado uns aos outros). Também não foram testados os reclusos que apresentam sintomas gripais e nem aqueles que pertencem ao grupo de risco”, diz trecho do pedido.

Por não terem sido realizados testes em todos os agentes penitenciários, nos reclusos do grupo de risco e nem nos presos ocupantes da cela B, não se sabe a situação epidemiológica da Cadeia Pública de Alta Floresta.

Atualmente são cerca de 189 presos para um número de 63 vagas, segundo dados atualizados pela própria instituição.

A Defensoria Pública de Alta Floresta pede que seja interditada a unidade prisional para a entrada de novos reclusos sem qualquer exceção.

Que seja determinada a realização de testes PCR, testes rápidos e testes de finitivos (swab) em todos os agentes prisionais, em todos os reeducandos da cela B e nos presos pertencentes ao grupo de risco no prazo máximo de 5 dias. Ao todo são 14 detentos considerados em grupo de risco.

Os defensores pedem ainda que sejam colocados todos os reeducandos do grupo de risco em prisão domiciliar, com monitoramento eletrônico, em razão do risco concreto de contágio na unidade prisional.


Fonte e Foto: Notícia Exata

Alta Floresta: Defensoria pede interdição da Cadeia Pública e prisão domiciliar para grupo de risco Alta Floresta: Defensoria pede interdição da Cadeia Pública e prisão domiciliar para grupo de risco Reviewed by Jornal Alta Notícias on sexta-feira, maio 15, 2020 Rating: 5

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